sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Esboço sobre a existência e o surgimento da filosofia africana




Preâmbulo
                                               
A filosofia é uma actividade e não doutrina. Vez de se questionar se África tem uma filosofia ou não, deveria se questionar se a África tem necessidade de possuir a sua própria filosofia.
A Á frica sendo o berço da humanidade, muitos procuram indagar sobre ela no seu contexto social, cultural, político e economico. Buscando a assim as reflexões sobre o seu povo, esta questão levou- nos indagar sobre a maneira de como o africano resolve os seus problemas.
Surge aqui a problemática da filosofia africana


















Filosofia africana
 Contextualização da questão da filosofia africana.
Exitste uma filosofia africana? Lalêye chama atenção que em vez de se questionar se África tem uma filosofia ou não, deveria se questionar se a África tem necessidade de possuir a sua própria filosofia.
Achamos pertinente apresentar a polémica levada acaba por dois filósofos ocidentais Louis Vicent Thomas e Janheinz Jonh.
Thomas reconhece a partida que um sentido lato da palavra filosofia que considera filósofo qualquer pessoa que reflita um pouco que se esforce por ter ideias do conjunto sobre o mundo e relacione o seu comoprtamento moral com alguns elementos cosmogonicos.
Sem dúvidas que a concecção dinámica do universo a hieraquia das forças a lei de antecipação têm o poder e profundidade, mas uma verdadeira filosofia exige e implica a ideia de sistema: o que supõe simultanemante a síntese e a abstração, duas caracteristicas que não parece ser frequente na África Negra. Além disso uma verdadeira filosofia exige uma justificação lógica, uma distanciação do pensamento perante si mesmo a fim de se julgar, ora ou entanto o espírito crítico não é uma qualidade essencial da alma africana, a alma africana não é mais sensual e refletida mais misticas que epistemlogica.
Thomas conclui que o complexo das tradições e das conceções negros africanos constitui um conjunto que raramente podem qualificar como filosofia propriamente dita se consideramos como filosofia da investigação ou ontologica expressa num sistema consiosamente elaborado.
O pensamento de Thomas é posto em crise por que afirma sem rodeio existência de uma filosofia africana.
            Desde que haja consciência a imagem do mundo era objecto de crença e de experiência vivida transforma-se em filosofia «todas as coisas têm a sua filosofia» escreveu Friedell ou mais exatamente «todas as coisas são filosofia a tarefa do homem é procurar a ideia que se encontra escondida em cada coisa pesquisar em cada coisa o pensamento que lhe da forma»
Concluindo Joh Janheison como se trata de uma filosofia africana e não uma variedade filosofia europeia torna-se evidentemente perigoso expressar esta forma de pensamento com as categorias deo mundo e do vocábulario europeu isto é expresso não de uma forma univoca mas varia de povom para povo tendo em conta a sua visão da vida e da história enfim a sua forma de dialogar, de ler a sua realidade.




OQUE É A FILOSOFIA AFRICANA

Filosofia africana é a reflexão sobre a realidade africana é a sua maneira de conceber a vida, de conceber a história, o mundo o seu modo de expressão das coisas e do s acontecimentos. Esta reflexão basea-se na fonte cultural na cosmovisão linguística sem no entanto fechar-se as influências da filosofia ocidental. Tudo isto é feito desde uma hermeneutica que tem como chave de leitura a tradicionalidade em diálogo com a realidade.

CONTEXTO SOCIO-CULTURAL DO SEU SURGIMENTO

As reflexões sobre a filosofia africana surgem. Num contexto de colonização e d e séquito: o tráfico de escravos, a segregação racial, a denominação colonial, a exploração dos recursos naturais, o pensamento do continente.
Os europeus ao transformarem a Á frica sem dor, num restaurante de abustres negando a historicidade dos povos do continente, fazendo “ tabula raza” ao seu modo de vida além de reduzidos a “primitivo ” “selvagens” portanto povo sem cultura, provocou uma revolta interior ao africano a ânsia de liberdade.
 Neste contexto, surge como reação e resposta ao despontar do eurocentrico o pan-africanismo, a negritude, o conciencismo, o socialismo africano, a auntentecidade etc.
A pesar desta literatura não se elaborada de maneira filosoficamente sistemática, e explicita, historiadores da fiosofia como: Elungo P.E.A não exitam em considera-la “ literatura filosofica de conotação ideologica”. Alías a primeira manifestação explícita de uma reflexão filosofica expecificamente africana.
Assim, olhada no contexto social que está na sua origem a ideia da filosofia africana surge e desenvolve-se como afirmação de uma “ipscidade”  e pela revindicaçaõ das liberdades negadas pela cultura ocidental.
Mostrando que o africano é um ser de “razão” através da manifestação de uma filosofia “autenticamente africana” destruimos o arguemento principal de ideologia colonial. Um dos fundamentos históricos deste momento da filosofia africana foi a revindicação da soberania política do continente.
PIONEIRO DA REFLEXÃO FILOSOFICA DO CONTINENTE E CORRENTES PRINCIPAIS DO PENSAMENTO

 Das astúcias do colonialismo, as firmações de Temples
Começamos com o Templos não como quem iniciou a reflexão filosófica em África, mas como aquele que marcou o ínicio da produção filosófica escrita, pois no momento em que eles a sua filosofia Bantu em 1945 as discussões sobre a negritude iniciaidas pelos mesmos negros já tinham lugar desde dos anos 1935.
Temples pertence a uma categoria de homens preocupados pelo estudo de sistema de pensamento floriscente incenso numa época na qual a questão era saber o que a “alma negra” uma sobre a literatura militante para uma filosofia negra viu a luz; Hocetondji, Kinyongo, Jonh A. Semet fornece listas destes trabalhos, envidentemente os africanos não esperam Temples para filosofar, mas na travecia do século XX, a sua obra ao mesmo tempo provocadora e ambigua provocou polémica e criações teoricas e inestimáveis.
Partindo de dados etnográficos servindo-se de filosofia escolástica como modelo do homem negro. A sua tese principal é “comportamento Bantu” deve ser compreendido como um comportamento racional, que se opõe sobre um sistema de pensmento coerente. Isto levou a afirmar que oo “Homem negro é plenamente Homem” e que o grande pecado do colonizador foi tê-lo reduzido a dimensão de um semi- Homem.

A questão da existência de uma filosofia é secundaria, o problema fundamental é o problema de conduzir os negros, humanidade de negro e mais genericamente do primitivo. O reconhecimento desta humanidade, por tanto de uma filosofia bantu, é a primeira condição necessária e que quase suficiente para a normalização das relações entre as raças.
CORRENTES DO PENSAMENTO AFRICANO
v  A Negritude
v  Consciencismo
v  A utenticidade
CORRENTES ACTUAIS
v  A inspiração marxista
v  A inspiração pós- estruturalista (culturalista)
v  A inspiraçaõ fenomenológica
v  Filosfofia da Linguagem
v  Inspiração Poética
Os protagonistas deste movimento são: Aimé Cesaire, Leopoldo Sedar Senghor, Léon Gontran Damas. Dão início a este movimento por volta de 1935. A negritude movimento de protexto contra a submissão do negro suarge a partir de uma viagem particular da história europeia cracterizada entre outros pelos princípios de relativismo cultural.
Os protagonistas deste movimento encontram nos escritores negros americanos a sua inspiração, escreve Senghor se nos anos 31-35 lançamos o mpovimento de negritude é porque os negros anglofonus precisamente os negros americanos tinham lançado antes de nós o movimento negro-renascimento.

Em 1903 o promotor do movimento Negro- Renascimento” Dubois proclamava: «So negro en tenho orgulho deste nome, sou orgulhoso do sangue que me corre nas veias» Lanston Hoghes escrevia na revista The Natim Juhho 1926 nós criadores da nova geração negra, queremos exprimir a nossa personalidade negra sem vergonha ném temor se isto agrada aos brancos, ainda bem, se isto nãos lhes agrada ainda bem não nos importa «o tami- tami chora se isto agrada a gente de cor ainda bem, se isto não lhes agrada, não importa, é para amanhã que construimos os nossos templos sólidos como nós sabemos edificar e permanencemos erectos acima da montanha livre em nós mesmos».
 Assim a anegritude é u simples reconhecimento o facto de ser negro, a aceitação deste facto do nosso distino de negro da nossa história e da nossa cultura ou simplesmente a descobertados valores negros e a tomada de consciência por parte de negro da sua situação.    Este movimento é caracterizado pelo retorno das fontes. O comportamento da negritude conscistirá na assunção dos valores do mundo negro na sua totalidade para actualizar- lo, fecundando-o n com contribuições estrangeiros para viverem em si mesmom e fazer viver pelos outros a fim de levar a contribuição negro universal.


 Esboço sobre a existência e o surgimento da filosofia africana


EPILOGO
    
Depos de esbeirotarmos sobre as realidades e indagações sobre a emaranhada e hermética questão sobre a existência e o surgimento da filosofia africana concluímos que:


Filosofia africana é a reflexão sobre a realidade africana é a sua maneira de conceber a vida, de conceber a história, o mundo o seu modo de expressão das coisas e do s acontecimentos. Esta reflexão basea-se na fonte cultural na cosmovisão linguística sem no entanto fechar-se as influências da filosofia ocidentalEsboço sobre a existência e o surgimento da filosofia africana

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